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sexta-feira, 1 de março de 2013

01/03/2013 Caminhadas reduzem risco de morte prematura


Caminhadas reduzem risco de morte prematura

Caminhadas reduzem risco de morte prematura
Fazer pequenas caminhadas quatro vezes por semana pode reduzir o risco de morte prematura nos idosos em até 40%. A conclusão é de um grupo de investigadores italianos, que constataram que andar durante 15 minutos ao ar livre com regularidade pode ser suficiente para aumentar em alguns anos a longevidade dos mais velhos.
 
Os investigadores estudaram, ao longo de uma década, um total de 156 residentes de um lar para idosos, fisicamente ativos, cuja idade média rondava os 80, e descobriram que aqueles que caminhavam com frequência tinham uma esperança de sobrevivência 40% superior à daqueles que não o faziam. 
 
O resultado manteve-se mesmo quando foram considerados outros factores, como os hábitos tabágicos, o consumo de café ou a dieta. Ao longo do estudo, publicado na revista científica Maturitas, dois em cada três participantes morreram, permitindo aos investigadores determinar a diferença entre os que viveram menos e os que continuavam a sobreviver.
 
"Em termos gerais, a taxa de sobrevivência foi mais elevada para aqueles que faziam quatro caminhadas semanais de, pelo menos, 15 minutos ao ar livre, em comparação com os que andavam menos tempo por semana", explicaram os investigadores, citados pelo portal Medical Daily.

Resultados são incentivo ao exercício entre os mais velhos
 
"Depois de considerarmos o sexo, a idade, a educação, as doenças crónicas, os hábitos tabágicos e o índice de massa corporal, [constatámos que] as pessoas mais velhas que faziam estas caminhadas corriam um risco de mortalidade 40% inferior ao dos que caminhavam menos", revelaram os especialistas.
 
De acordo com a equipa, a justificação para esta diferença poderá estar no facto de o hábito de caminhar atrasar o desenvolvimento de doenças cardíacas e prevenir problemas como enfartes e outros episódios que, muitas vezes, são fatais para os idosos.
 
Além disso, apanhar ar fresco e fazer exercício melhora também as capacidades do sistema imunitário, o que ajuda a prevenir infeções, a fortalecer os ossos - evitando, por exemplo, quedas entre os mais velhos - e a reduzir a obesidade.
 
Os investigadores observaram também que os idosos que caminhavam regularmente tendiam a ter hábitos alimentares mais saudáveis e a ser mais alegres, apresentando uma menor tendência para a depressão. 
 
"Os nossos resultados sugerem um efeito independente e protetor das caminhadas no que respeita à mortalidade e deverão servir para incentivar prática de atividade física em idade avançada com vista ao aumento da longevidade", concluiu a equipa e tambem que    Vegetarianos vivem mais tempo, conclui estudo
Vegetarianos vivem mais tempo, conclui estudo
Os vegetarianos vivem mais tempo do que os que seguem uma dieta "carnívora". Esta é a conclusão de um estudo sobre saúde desenvolvido pela faculdade de Saúde Pública da Universidade de Loma Linda, na Califórnia, EUA, através da análise, ao longo de várias décadas, de milhares de fiéis da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que encoraja os seus seguidores a adotar o vegetarianismo, desaprovando as bebidas alcoólicas, o tabaco e a utilização de drogas.
 
O estudo, denominado "Adventist Health Study", deu início ao acompanhamento de mais de 96.000 pessoas dos EUA e do Canadá no final de 1950 e indica que limitar o consumo de carne pode fornecer proteção contra doenças crónicas que tendem a encurtar o tempo de vida, nomeadamente o cancro, e reduzir a incidência de problemas cardiovasculares.
 
De acordo com a Examiner, os dados mais recentes da investigação mostram que os homens adventistas vegetarianos cujos casos foram estudados vivem, em média, 83,3 anos - mais 9,5 anos do que os que consomem carne. Já as mulheres vegetarianas vivem, em média, 85,7 anos (mais 6,1 do que as que não são vegetarianas). Além disso, acrescentam os investigadores, há vários outros benefícios resultantes das dietas vegetarianas.
 
Segundo a equipa da Universidade de Loma Linda, os que consomem, essencialmente, alimentos como vegetais, frutos secos e frescos e grães têm um menor risco de sofrer de doenças de coração, uma das principais causas de morte a nível mundial.

Proteção contra o cancro e a diabetes

Adicionalmente, as dietas vegetarianas podem dar uma ajuda na proteção contra o cancro, em particular o cancro do pulmão, da mama e o cancro colorretal, uma vez que os "bons" nutrientes e os antioxidantes encontrados nos legumes contribuem para reduzir a inflamação que pode conduzir ao desenvolvimento da doença. 
 
Este tipo de dieta pode também diminuir o risco de diabetes tipo 2, já que os vegetarianos e os "veganos", que seguem um regime ainda mais restrito, são menos resistentes à insulina do que os carnívoros, e o risco de obesidade, já que, especialmente os que se alimentam de acordo com os ideais "veganos", são, em média, 13kg mais leves que os "carnívoros".
 
Os responsáveis pelo estudo em questão salientam, no entanto, que não é necessário ser vegetariano ou "vegano" para desfrutar destes benefícios. Segundo a equipa, as pessoas que consomem peixe e os "semi-vegetarianos", que consomem produtos animais, por exemplo, apenas uma vez por semana, também têm uma proteção "intermédia" contra as doenças associadas a estilos de vida pouco saudáveis.
 
Clique AQUI para aceder à página do "Adventist Health Study".

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